sexta-feira, 25 de março de 2011

Recado Desconhecido

Hoje eu estava olhando alguns recados no meu Orkut, e por acaso esse me chamou um pouco a atenção:

✖ 1. Há pelo menos 2 pessoas neste mundo por quem você morreria.
✖ 2. Pelo menos 15 pessoas nesse mundo te amam de algum jeito.
✖ 3. A única razão pela qual alguem lhe odiaria é pq ela quer ser exatamente igual a vc.
✖ 4. Toda noite alguém pensa em vc antes de dormir.
✖ 5. Vc é o mundo para alguém.
✖ 6. Alguém que vc nem sabe que existe ama vc.
✖ 7. Vc é especial e único.
✖ 8. Quando vc comete o pior erro que pode existir, vc sempre aprende algo de bom.
✖ 9. Quando vc pensa que o mundo virou as costas a vc, olhe melhor.
✖ 10.Sempre lembre dos elogios que recebe. Esqueça os comentários ruins.

Autor Desconhecido

quinta-feira, 24 de março de 2011

quarta-feira, 23 de março de 2011

O que nos move?

O que nos move?
O que nos faz querer seguir adiante
nessa enorme e complicada jornada chamada Vida?

Será o desejo de estar no topo,
passar por tudo e todos?
Ou então ter muito poder?

Será que é a ganância humana,
que atinge limites absurdamente incomuns?

Será a felicidade?

Não... o que nos move não é a felicidade em sí,
mas sim o desejo de um dia ser feliz!
Por mais gananciosa e arrogante que seja a pessoa
ela sempre busca um meio de satisfazer a sí própria
buscando sua felicidade ao seu jeito!

O legado humano se baseia na busca pela felicidade!

Denner Parreiras Aleixo

segunda-feira, 21 de março de 2011

segunda-feira, 14 de março de 2011

Solidão

Solidão
Denner Parreiras Aleixo

O que leva uma pessoa que está rodeada por pessoas amadas a pensar que está solitária?
O que leva uma pessoa que está solitária a pensar que está rodeada por pessoas amadas?
Palavras iguais, frases semelhantes, sentidos diferentes, explicação única: Solidão.
A Solidão nada mais é do que um sentimento de auto-carência do ser humano que pode ser interpretado de diversos modos e dividido em categorias teoricamente distintas, tais como: Solidão Inconsciente, Solidão Consciente, Solidão Real e Solidão Induzida.
A Solidão Inconsciente é toda aquela que vem do subconsciente da pessoa, tornando-a frágil a si própria, e, sob tal controle, é obrigada por sua própria mente a se considerar sozinha. Em casos assim, tanto comuns quanto avançados, a pessoa, mesmo que ela possua uma família estável e muitos amigos, enfim, rodeada por pessoas queridas, ela continua refém de si própria, só podendo reverter o caso se ela conseguir dominar a própria mente.
A Solidão Consciente, como já diz o nome, é aquela cujo isolamento da pessoa vem de sua própria vontade, ou seja, ela decide se auto-isolar tanto física quanto mentalmente. Esse tipo de isolamento do mundo geralmente é causado por fatores como: se decepcionar com algumas pessoas e, assim, pensar que todas a tratarão ao mesmo modo; sofrimentos amorosos que provocam isolamentos; e muitos outros fatores, sendo a maioria ligada a decepção.
A Solidão Real é um tipo de isolamento não provocado pela pessoa que sente, mais sim pelas pessoas a sua volta, que se afastam sem justificativa, ou até mesmo esquecem que essa pessoa existe. Há diversas situações onde a Solidão Real é considerada até como Bullying, onde uma grande horda de pessoas se afasta em um curto prazo de tempo, geralmente provocado por pessoas (rivais) que opõem respeito, assim como ocorre nas mais diversas escolas ao longo da história.
A Solidão Induzida, assim como a Solidão Inconsciente, é causada pelo subconsciente da pessoa, porém ela é causa por traumas. Pessoas traumatizadas sempre buscam o auto-isolamento como a fuga ou refúgio para viverem. A indução de idéias negativas à mente de uma pessoa, inferiorizando-a, começa a gerar idéias de solidão em sua mente, e, sendo assim, se levada a diante, pode transformar-se em um trauma seguido de auto-isolamento.
Assim se pode concluir que nenhuma solidão é causada de repente, pois sempre há um motivo psicológico que está por trás das confusões e alucinações do cérebro, provocando ou sendo provocado, mas nada que não venha livremente da mente humana.

domingo, 13 de março de 2011

Decepção

Decepção
Denner Parreiras Aleixo


Infelizmente, muitas coisas podem levar uma pessoa a experimentar esse estágio social causado, geralmente, pelo convívio excessivo ou outros fatores. Trata-se da decepção. Estar decepcionado nos dias atuais já esta virando algo comum, e, sendo assim, acostumamo-nos com algo que sempre poderia ser evitado. Segundo a opinião de pesquisadores e psicólogos, uma grande parte das pessoas que reclamam de decepção relata que há problemas com outras pessoas, afirmando ainda que isso ocorre com pessoas próximas, de convívio freqüente ou, em piores casos, convívio diário.
Existem vários tipos de decepções, podendo ser citados: físicas, morais, sociais e imaginárias. Decepções físicas não são capazes de ferir um ser humano, a não ser que haja uma obsessão por tal, e, assim como a imaginária, pode ser bravamente superada. Já as decepções morais e sociais podem mudar totalmente o rumo de uma pessoa, podendo deixá-la muito abatida e desmotivada. Os sintomas podem ser agravados se o motivo de tamanha decepção for causada por uma pessoa bem próxima e querida.

A HISTÓRIA DE PEDRO
Pedro era um rapaz comum de dezessete anos dentre os outros. Ele possuía uma prima que conhecera há alguns meses. Nesse tempo eles passaram por diversas coisas boas, algumas ruins, porém as boas lembranças prevaleciam. Pedro amava ir à cidade de sua prima, para sempre poder visitá-la e poder sempre matar a saudade. Algumas vezes havia algumas festas, e, durante elas, Pedro não recebia tanta atenção de sua prima, mas sempre que elas acabavam ele ficava aliviado, pois tudo voltava a ser como era antes. Durante um bom tempo, Pedro agüentava decepções calado, limitando seus pensamentos a si próprio, agüentando calado do quanto aquilo o incomodava.
 Então, animado para passar o Carnaval com sua amiga, quase que uma irmã para ele, Pedro recebe o convite de sua prima para passar o Carnaval em sua cidade, e, entre sua “irmã” e sua “prima”, ele acabou escolhendo passar com sua prima. Ligou para “sua irmã” e justificou sua decisão, e ela compreendeu. Logo Pedro se via em festa indo para a cidade de sua prima, esperando que essa não fosse como às outras festas. Ele pegou seu celular e tentou ligar para sua prima, mas ela não atendia. Pretendendo achá-la na praça da cidade, ele vai com um belo sorriso no rosto, expressando sua alegria. Depois de muita busca Pedro senta-se às escadas do coreto e abaixa a cabeça. Alguns minutos depois sua prima, junto a duas amigas, passam em sua frente, mas nem o notam ali. Aquilo acabou com a noite dele. Na noite seguinte, após dezenas de tentativas falhadas de falar com ela durante o dia, Pedro vai à praça novamente. Logo quando chega ele avista sua prima conversando com uma pessoa. Pedro pensou muito bem se queria ir até lá ou esperar por uma chance mais oportuna. Então ele tomou uma decisão: ligar para ela, olhando para tal. Eis que ele disca seu número, observando atentamente, e nenhuma reação inesperada. Aquela foi a maior decepção que ele havia sofrido até então com a sua prima querida. E assim seguiu-se por todo o carnaval. E, no último dia ele decidiu chegar perto dela, porém ela o tratava como um “nada”.
Pedro ficou desesperado, não sabia o que fazer. Decepcionado, encurtou o tempo de sua viagem pela metade, pois ele achava que era muita decepção para tão pouco tempo. Então ele decidiu fazer um teste com a sua prima. Ele queria saber se ela realmente gostava dele. Logo ele tentou afastar-se dela por uns tempos, esperando alguma resposta dela, pois ele preferia a solidão a estar com alguém que o tratasse grosseiramente isolado com sua prima havia feito. Tudo que Pedro queria era que a pessoa que havia convidado ele para ir à cidade, o tratasse pelo menos com um pouco de respeito, pois aquilo o magoou demais, e assim continuará magoando enquanto ela não der valor a quem realmente a dá valor.