quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

O Amor (A Tese)


O Amor

Escrito por Denner Parreiras Aleixo

            O Amor é um dos sentimentos mais puros que mais revolucionaram e impulsionaram a literatura. Um sentimento repleto de mistérios, ocultando segredos sobre sua interpretação, deixa cada ser humano intrigado em busca de respostas para as perguntas mais simples e objetivas, baseadas em experiências e sensações proporcionadas por tal sentimento.
            Por séculos o Amor foi idealizado como “A Fonte da Vida”, como único motivo para os seres humanos começarem e manterem sua existência na terra. Após alguns anos e algumas modificações feitas por poetas e pensadores, o Amor passou a ser algo intocável, inatingível e inexplicável.
A mitologia grega deu um novo rumo para o entendimento do Amor. Destacado por Afrodite, a deusa do amor, da beleza e da procriação, era a descrição da mulher e toda sua beleza e perfeição fortemente unidas como uma forma viva do Amor.  Imperceptivelmente, os gregos já possuíam uma filosofia própria não muito discutida sobre o Amor, e, usando esta base, Platão marcou a história citando dois tipos de realidade: a inteligível e a sensível. A realidade inteligível criada por Platão é simplesmente aquela que jamais se altera, já a realidade sensível é aquela que afeta e pode se alterada por sentimentos ou tudo que o altera e pode alterar. Então, seguindo os conceitos da realidade sensível, Platão criou o “Amor Platônico”.
O “Amor Platônico” é, complexamente, um sentimento puro, onde o Amor se sobrepõe à vida, ou seja, a morte pelo Amor compensava qualquer dor ou sofrimento. Moldando uma nova percepção sobre o mesmo, seguindo as idéias platônicas, os poetas, desde a idade média à idade moderna, se empenharam em mostrar ao mundo os diversos pontos de vista em relação a sua teoria própria sobre o Amor. Seguindo por diversas contrariedades opinativas, o “Amor Impresso” atravessou épocas, lugares e muitas divergências literárias, para que hoje, já na Era Contemporânea, todos poderem tentar expressar o que sentem.
Por mais que todos tenham conhecimento que o Amor não pode ser decifrado, porém sentido, nos dias atuais as pessoas enfrentam verdadeiras batalhas psicológicas para descobrirem o que sentem e se isso é mesmo verdadeiro.
O Amor nada mais é que um sentimento de afeto assim como a paixão, porém há algumas diferenças e semelhanças que separa e distingue um do outro. A paixão é um sentimento atingido em cheio pela atração física e sexual, algo meramente sentimental, mas que exerce uma força relativamente forte, mas pode não ser pura e muito menos duradoura, dando sentido à simbologia popular de “fogo de palha”. Já o Amor é algo totalmente complexo, pois existe um tipo de sentimento para cada pessoa, mas em seu estágio máximo ele pode ser tão intenso quanto à paixão, só que é algo muito duradouro e sincero.
Uma curiosidade do “Amor Sincero” é que ele só existe quando é correspondido pela outra pessoa, não importando o tipo de pessoa e muito menos o tipo e a intensidade do sentimento, ou seja, ele tem que ser sentido por uma pessoa e, da mesma forma, sentido pela outra. Um exemplo dessa correspondência afetiva é um casal apaixonado, onde ambos sentem a mesma intensidade amorosa, ou até mesmo um casal de amigos inseparáveis, pois ali também há um amor amigo quase fraterno. Existem também pessoas que confundem, mesmo sabendo diferenciar, quando é amor de quando é paixão, como, por exemplo, um casal aparentemente apaixonado, porém somente a mulher sente algo intenso dentro dela, algo que diz que ela não poder perder o “Amor da sua vida” de jeito algum, mas, em compensação, o homem não sente o mesmo que a mulher, ou seja, não há amor, apenas uma atração e um desejo da mulher ou até mesmo uma paixão que vem só de sua parte.

Como pode algo ser tão sentido, porém jamais compreendido?
Como pode existir algo tão redundante e contraditório como esse sentimento?

Perguntas sem respostas é tudo que resta aos humanos em sua longa jornada de interpretação dos sentimentos. Um dia o ser humano será capaz de entender o Amor em seu mais puro estágio, mas não serão com meras palavras, desenhos ou canções, será uma interpretação formulada pelo controlador de todos os sentimentos e emoções que a todos move: o coração.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

domingo, 2 de janeiro de 2011

Começando 2011 Com o PÉ ESQUERDO! =(

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhwNRHsHEMKYeQ3ftnk4JcMx7nycxnb8dBH-dff5qnlnrwAhsH4SPy9w2C6UFXd3H7QufJ4btaEeag-eaEktZzre3TT3uEWrWyw52lHNr0ZAkdece1-4MkHyv6HZ3ZR4f1CAjTVtRkWHe8/s400/coracao_partido.jpg 
"Eu realmente não sei o que a vida me reserva. Se cada vez que eu apanho dela, eu ganhar algo bom em troca, eu estou feito. Não é possivel alguém ter tanto azar no amor como eu. E uma coisa é mais que FATO: cada poesia ou frase romântica desse blog, eu criei baseado no que eu ando passando, ou seja, nos meus sofrimentos. Eu amo escrevê-las, mas são as marcas sofridas que deixo registradas."

       "Ano passado, 2010, eu conheci uma linda garota. Seu nome é Maria Clara. Eu realmente me apaixonei por ela. Sabia que ela não era daquelas que são só para ficar, pois ela possuia algo especial dentro dela. Eu tentei prometer para mim mesmo que não me iludiria com ela, e que se ela não quizesse nada comigo, eu desistiria. Mais não foi bem assim. Ela havia me prometido um encontro. Eu fiquei animado como nunca, pois eu havia ouvido de sua boca que aquele seria o dia. Em certas horas eu cheguei a duvidar, e, só para confirmar, liguei para ela, e ela disse que ainda estava de pé. Esperando o tão sonhado dia, fui a uma loja de joias e comprei uma pulseira de ouro para a dar de aniversário. Depois ela viaja, some sem dar noticias, aumentando a minha anciedade. Logo na semana seguinte, quando chega de viagem, ela dá o veredito final: Disse que não queria ficar comigo e que o encontro foi como uma estratégia de fuga para não ter me magoado naquela hora. Então, desesperado pela última chance, eu tento dar a pulseira (mesmo parecendo que eu era interesseiro demais), um cinto, e uma história que contava tudo, desde a primeira vez que a ví, até o dia que eu chorei por ela [PROXIMO POST >>> A HISTÓRIA]. Mesmo com isso, ela nem sequer disse se gostou. E hoje, eu descobri que parece que, mesmo sem ter me visto uma vez sequer, a mãe dela não gosta de mim, e que a proibiu de me ver, e, além de tudo, me considerou como doido por eu ter escrito essa história (e aposto que essa 'maluquisse' minha, a espantou mais ainda). Eu desisti. pois a última pessoa que me animava... me deixou! Agora eu estou sentindo uma dor tão profunda. Um vazio sem vim. Um aperto no coração. Eu, mesmo contra meu coração, disse a ela que eu nunca mais irei lá para vê-la... nunca mais!"

"Essa é a minha vida:
apanhar por amar demais!"
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