quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

O Casal Apaixonado

Foi-se o dia em que a amizade tornou-se paixão. A vida mudou diante dos olhos dos dois apaixonados, tudo belo, o mesmo mundo, jamais visto deste jeito antes. A paixão dos dois alimentou o jeito de sonhar, pensar, e, em cada beijo, cada sorriso, um fazia-se presente no outro. Então, aos poucos gestos, aquela paixão foi se tornando amor, e o mundo que era apenas beleza, ganhou um sentido, um rumo. Logo tudo aquilo ficava repetitivo aos olhos dos outros, até mesmo cansativo, mas para quem está apaixonado, vivendo o amor, nada basta e nada é o suficiente.
Denner Parreiras Aleixo

domingo, 2 de outubro de 2011

Dedicação Amiga

A nossa amizade nasceu do nada
e de repente se tornou um tudo
bastaram poucos dias, poucas palavras
algumas confissões, vários segredos
e, desde então, a minha melhor amiga
sem você eu realmente não sei o que seria de mim
nos momentos de diversão, nas tristezas
nas dificuldades, você se mostrou a melhor.
Eu jamais vou sair do seu lado
sempre que precisar, eu vou estar ai
sempre pronto pra te ajudar
sempre pronto pra gente se divertir.
Eu te amooo demais, minha best! ♥
 
pra você Milany Rodrigues
Denner Parreiras Aleixo

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

O dia em que minha vida se desfez...

        Minha vida se desfez. Eu não consegui acreditar que eu havia perdido a confiaça da pessoa mais importante da minha vida justamente por não saber usar as palavras certas. Concordo com os que dizer que os poetas são bons só na teoria, por que na prática nada é o que parece.
        Eu e ela tinhamos uma amizade mais que especial, baseada em confiaça. Ela sabia mais da minha vida do que eu mesmo e vice versa, eu a considero como minha irmã. Em um dia perfeito, após a gente ter se divertido muito, eu olhei para ela, mesmo que apenas por alguns minutos, e a vi com outros olhos, eu a vi como uma menina, não como minha irmã. Então, a partir daqueles poucos minutos, minha vida passou a a ser conturbada pela culpa. Eu me auto-torturava com aquele peso na consiência. Não havia como desabafar aquilo para ninguém, pois aquilo me fazia sentir nojo de mim mesmo. Como eu poderia ter pensado aquilo da minha própria irmã, coisa que jamais aconteceu antes? Apenas as dúvidas me restaram.
        Chegou ao ponto em que eu já não estava mais aguentando. Já não estava mais conseguindo dormir mais. Pedi conselho para um grande amigo meu. Ele me disse que o melhor a fazer era contar para ela o que javia acontecido, já que ela confiava em mim e eu nela. Eu neguei, disse que jamais poderia fazer isso, pois contar algo assim poderia fazer ela pensar mal ao meu respeito, já que eu nunca tive segundas intenções com ela.
        Logo eu estava em um dilema. Contar ou não contar. Se antes eu dormia pouco me culpando, agora eu já não conseguia mais dormir. As noites em claro alteravam meu humor interno, pois aparentemente, por fora, eu estava bem.
        Dia 23 de Setembro de 2011. Este foi o dia que minha vida começou a se desmoronar. Após uma dor de cabeça torturante, eu começei  a delirar a noite e não conseguir dormir novamente. Já no dia seguinte era festa do aniversário de sua bisavó, que eu fui cordealmente convidado. Chegando lá eu percebi que haveria muito álcool, e isso me fez chegar a conclusão de que eu teria que me embreagar pra ter coragem de contar o bendito fato. Após horas bebendo, eu não conseguia ficar tonto e muito menos tomar coragem. Eu chegei a desistir de tentar. Quando fomos embora, ela disse que talvez sairiamos ainda. Continuei com aquela coisa reprimida dentro de mim. Então saimos junto a outros amigos, e, pra variar, continuei bebendo. Chegou a um ponto em que eu consegui sentir a tal "coragem" que eu tanto esperava. Logo em seguida ficamos sozinhos. Aquela era a chance pra eu contar, então assim eu fiz. Começei a falar, mas em momento algum eu consegui olhar em seus olhos, pois seria pesado demais para mim. Eu começei a embaralhar as palavras, eu estava tonto, e eu acabei estragando tudo. Ela entendeu tudo errado, ela achou q eu estava chegando nela, e completou dizendo que a confiança da nossa relação havia sido destruida. Em seguida foi embora. Eu segurei, segurei, mas não aguentei, chorei. Chorei muito.
        Em um momento de lucidez eu voltei para a casa de sua avó (onde eu estava hospedado) e me olhei no espelho. Eu queria ligar para ela mas não naquele estado. Então eu provoquei vômito, tirei todo aquele álcool de dentro de mim, esperei alguns minutos, e liguei para ela, tentando me explicar, mas não foi o suficiente, pois mesmo ela dizendo que estava tudo bem, eu sabia que não estava.
        No dia seguinte, após ter perdido uma noite de sono e sendo arrebentado pela culpa do arrependimento, a ressaca moral desabava-se sobre mim. Toda e qualquer tentativa de comunicação comigo era apenas uma tentiva. Poucas palavras sairam de minha boca, pois o arrependimento tomou conta de mim, e, além de tudo, olhar para ela e perceber uma certa frieza em conversar comigo, acabou comigo.
        Após eu voltar para minha casa, dois dias após o ocorrido, eu tive contato com ela. Foi ai, são, que eu consegui me explicar detalhadamente. Na hora foi um alívio ver que ela havia me entendido. Eu realmente fiquei feliz. E finalmente eu consegui dormir bem, após semanas.
        Quatro dias depois, e um sem contato com o outro. O aperto no coração volta com tudo, pois a sensação de que nada foi resolvido toma conta de mim. História da minha vida.
Denner Parreiras Aleixo

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Confusos Sentimentos Próprios


O que nos leva a sempre seguir em frente nunca deixa de ser um mistério. Os redundantes sentimentos humanos, por mais conhecidos que sejam, jamais foram entendidos. Muitas pessoas que não conseguem guardar sentimentos como a dor de estar sozinho, se expressam de outros jeitos. Alguns buscam escrever textos que expliquem tal sentimento, já outras em músicas, poesias... Mas outras pessoas tentam de tudo, mais jamais se sentem satisfeitas, pois por mais que a pessoa tente tirar a dor e passá-la para o papel, não é possível.
Quando uma pessoa é considerada fraca emocionalmente, há sempre um risco. Ela passa a ser um “brinquedinho” do mundo. Ela sempre se apaixonará fácil pela primeira pessoa que demonstrar carinho, mesmo que essa pessoa seja sua melhor amizade.  Uma pessoa fraca emocionalmente sempre se diz forte para os outros, diz ter os sentimentos de uma pedra, mas por dentro chora desesperadamente. Além disso, essa pessoa sempre é carente. Se ela passa muito tempo sem o contato dos melhores amigos, quando ela se diverte demais de uma vez, no dia seguinte ela se sente só novamente, porém, estranhamente, ainda mais triste, pois a saudade a deixa mais sensível ainda. Confusos sentimentos impróprios tomam conta da pessoa. Duvidas aparecem, o questionam, o magoam.
Denner Parreiras Aleixo

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

terça-feira, 16 de agosto de 2011

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

terça-feira, 19 de julho de 2011

quarta-feira, 6 de julho de 2011

terça-feira, 28 de junho de 2011

Situação 4 - Brincando com as Palavras

     Eu me considero algo como um inventor, e minhas ferramentas? Papel, caneta ou um computador! Minha única e principal matéria prima são "as palavras". Assim como o inventor utiliza as mesmas peças para criar invenções diferentes, sou assim com as palavras. Há um mar de palavras para serem usadas, para textos, frases, músicas e poesias.
     Elas possuem poderes. E cada uma possui um jeito de agir sobre quem as recebe. Assim como elas podem curar, outras podem machucar; ao mesmo modo umas podem fazer sorrir, já outras fazem pessoas cair em prantos.
     Gosto de brincar com as palavras, mas não posso viver em função do passatempo. Há momentos para criar, outros para sofrer e logo em seguida escrever uma poesia expressando o que se sinto. Eu, como uma pessoa normal, sei que as poucas considerações de uma poesia nos dias atuais, estão cada vez mais a se extinguirem por completo. Assim resta aos últimos romanticos, que se calem ou se adaptem.
     Assim como não soa bem eu escrever uma poesia como se eu estivesse dando uma "cantada" em uma menina, não soaria bem eu recitar uma poesia para uma menina em uma festa.
     Assim levarei minha vida adiante, sentimentos para um lado, vida real para outro, e dentre tais mundos tão diferentes, palavras que os unem.

Denner Parreiras Aleixo

ےʢஉ

Where's love?
Onde está o amor?
Isn't it here?!
Não está aqui?!
I thought it was in everywhere!
Eu pensei que estava em todo lugar!
Probably not...
Provavelmente não...
What I think isn't what I feel or what I am!
O que eu penso não é o que eu sinto ou o que sou!
I just... thought! 
Eu só... pensei!
Denner Parreiras Aleixo

domingo, 26 de junho de 2011

A Dor de Um Coração

Viví, sentí, sorri.. agora choro.
A vida passa, tudo passa e nada fica.
Vida é fria, oh escuridão sombria!
Sonho e vivo a lhe esperar,
pois só quero demonstrar que sei te amar.
A solidão domina o meu ser,
cala meus sentimentos
e minha vontade de viver.
Eis que estou aqui,
respiro fundo e penso em ti.
De teus olhos vejo a cor,
quente e tocante,
que marca o nosso belo amor.
Denner Parreiras Aleixo

sexta-feira, 24 de junho de 2011

domingo, 19 de junho de 2011

terça-feira, 14 de junho de 2011

quarta-feira, 8 de junho de 2011

sexta-feira, 29 de abril de 2011

segunda-feira, 11 de abril de 2011

terça-feira, 5 de abril de 2011

domingo, 3 de abril de 2011

A Vitória do Amor

Meu coração bate rapido ao ouvir sua voz
meus sentimentos viajam no ar ao seu redor
meus desejos clamam por uma chance
para te mostrar que eu sou
a pessoa certa para sua vida.

Um amor sincero alientou minhas esperanças
me fez ver a vida que jamais imaginei
me colocou em fogo cruzado
e me deixou completamente apaixonado.

O tempo passava e você se afastava
me sentia tão longe de você
mas jamais pensei em te perder...
A vida me ensinava uma lição,
para acabar com uma grande ilusão
Mas eu estava cego por você!

Um dia eu te perdi!
E como eu me arrependi!
O tempo perdido jamais voltará
e tudo que criamos juntos,
com o tempo, se perderá...

Eu te amei como nunca amei ninguém
Te perder foi como parar de respirar,
como se as luzes da vida estivessem a se apagar
como se o amor fosse a mais pura dor...

A vida perfeita torna-se imperfeita
simples e sozinha, me ensina a caminhar
querendo que eu aprenda a continuar,
seguir vivendo e jamais deixar de amar!

Denner Parreiras Aleixo

sexta-feira, 25 de março de 2011

Recado Desconhecido

Hoje eu estava olhando alguns recados no meu Orkut, e por acaso esse me chamou um pouco a atenção:

✖ 1. Há pelo menos 2 pessoas neste mundo por quem você morreria.
✖ 2. Pelo menos 15 pessoas nesse mundo te amam de algum jeito.
✖ 3. A única razão pela qual alguem lhe odiaria é pq ela quer ser exatamente igual a vc.
✖ 4. Toda noite alguém pensa em vc antes de dormir.
✖ 5. Vc é o mundo para alguém.
✖ 6. Alguém que vc nem sabe que existe ama vc.
✖ 7. Vc é especial e único.
✖ 8. Quando vc comete o pior erro que pode existir, vc sempre aprende algo de bom.
✖ 9. Quando vc pensa que o mundo virou as costas a vc, olhe melhor.
✖ 10.Sempre lembre dos elogios que recebe. Esqueça os comentários ruins.

Autor Desconhecido

quinta-feira, 24 de março de 2011

quarta-feira, 23 de março de 2011

O que nos move?

O que nos move?
O que nos faz querer seguir adiante
nessa enorme e complicada jornada chamada Vida?

Será o desejo de estar no topo,
passar por tudo e todos?
Ou então ter muito poder?

Será que é a ganância humana,
que atinge limites absurdamente incomuns?

Será a felicidade?

Não... o que nos move não é a felicidade em sí,
mas sim o desejo de um dia ser feliz!
Por mais gananciosa e arrogante que seja a pessoa
ela sempre busca um meio de satisfazer a sí própria
buscando sua felicidade ao seu jeito!

O legado humano se baseia na busca pela felicidade!

Denner Parreiras Aleixo

segunda-feira, 21 de março de 2011

segunda-feira, 14 de março de 2011

Solidão

Solidão
Denner Parreiras Aleixo

O que leva uma pessoa que está rodeada por pessoas amadas a pensar que está solitária?
O que leva uma pessoa que está solitária a pensar que está rodeada por pessoas amadas?
Palavras iguais, frases semelhantes, sentidos diferentes, explicação única: Solidão.
A Solidão nada mais é do que um sentimento de auto-carência do ser humano que pode ser interpretado de diversos modos e dividido em categorias teoricamente distintas, tais como: Solidão Inconsciente, Solidão Consciente, Solidão Real e Solidão Induzida.
A Solidão Inconsciente é toda aquela que vem do subconsciente da pessoa, tornando-a frágil a si própria, e, sob tal controle, é obrigada por sua própria mente a se considerar sozinha. Em casos assim, tanto comuns quanto avançados, a pessoa, mesmo que ela possua uma família estável e muitos amigos, enfim, rodeada por pessoas queridas, ela continua refém de si própria, só podendo reverter o caso se ela conseguir dominar a própria mente.
A Solidão Consciente, como já diz o nome, é aquela cujo isolamento da pessoa vem de sua própria vontade, ou seja, ela decide se auto-isolar tanto física quanto mentalmente. Esse tipo de isolamento do mundo geralmente é causado por fatores como: se decepcionar com algumas pessoas e, assim, pensar que todas a tratarão ao mesmo modo; sofrimentos amorosos que provocam isolamentos; e muitos outros fatores, sendo a maioria ligada a decepção.
A Solidão Real é um tipo de isolamento não provocado pela pessoa que sente, mais sim pelas pessoas a sua volta, que se afastam sem justificativa, ou até mesmo esquecem que essa pessoa existe. Há diversas situações onde a Solidão Real é considerada até como Bullying, onde uma grande horda de pessoas se afasta em um curto prazo de tempo, geralmente provocado por pessoas (rivais) que opõem respeito, assim como ocorre nas mais diversas escolas ao longo da história.
A Solidão Induzida, assim como a Solidão Inconsciente, é causada pelo subconsciente da pessoa, porém ela é causa por traumas. Pessoas traumatizadas sempre buscam o auto-isolamento como a fuga ou refúgio para viverem. A indução de idéias negativas à mente de uma pessoa, inferiorizando-a, começa a gerar idéias de solidão em sua mente, e, sendo assim, se levada a diante, pode transformar-se em um trauma seguido de auto-isolamento.
Assim se pode concluir que nenhuma solidão é causada de repente, pois sempre há um motivo psicológico que está por trás das confusões e alucinações do cérebro, provocando ou sendo provocado, mas nada que não venha livremente da mente humana.

domingo, 13 de março de 2011

Decepção

Decepção
Denner Parreiras Aleixo


Infelizmente, muitas coisas podem levar uma pessoa a experimentar esse estágio social causado, geralmente, pelo convívio excessivo ou outros fatores. Trata-se da decepção. Estar decepcionado nos dias atuais já esta virando algo comum, e, sendo assim, acostumamo-nos com algo que sempre poderia ser evitado. Segundo a opinião de pesquisadores e psicólogos, uma grande parte das pessoas que reclamam de decepção relata que há problemas com outras pessoas, afirmando ainda que isso ocorre com pessoas próximas, de convívio freqüente ou, em piores casos, convívio diário.
Existem vários tipos de decepções, podendo ser citados: físicas, morais, sociais e imaginárias. Decepções físicas não são capazes de ferir um ser humano, a não ser que haja uma obsessão por tal, e, assim como a imaginária, pode ser bravamente superada. Já as decepções morais e sociais podem mudar totalmente o rumo de uma pessoa, podendo deixá-la muito abatida e desmotivada. Os sintomas podem ser agravados se o motivo de tamanha decepção for causada por uma pessoa bem próxima e querida.

A HISTÓRIA DE PEDRO
Pedro era um rapaz comum de dezessete anos dentre os outros. Ele possuía uma prima que conhecera há alguns meses. Nesse tempo eles passaram por diversas coisas boas, algumas ruins, porém as boas lembranças prevaleciam. Pedro amava ir à cidade de sua prima, para sempre poder visitá-la e poder sempre matar a saudade. Algumas vezes havia algumas festas, e, durante elas, Pedro não recebia tanta atenção de sua prima, mas sempre que elas acabavam ele ficava aliviado, pois tudo voltava a ser como era antes. Durante um bom tempo, Pedro agüentava decepções calado, limitando seus pensamentos a si próprio, agüentando calado do quanto aquilo o incomodava.
 Então, animado para passar o Carnaval com sua amiga, quase que uma irmã para ele, Pedro recebe o convite de sua prima para passar o Carnaval em sua cidade, e, entre sua “irmã” e sua “prima”, ele acabou escolhendo passar com sua prima. Ligou para “sua irmã” e justificou sua decisão, e ela compreendeu. Logo Pedro se via em festa indo para a cidade de sua prima, esperando que essa não fosse como às outras festas. Ele pegou seu celular e tentou ligar para sua prima, mas ela não atendia. Pretendendo achá-la na praça da cidade, ele vai com um belo sorriso no rosto, expressando sua alegria. Depois de muita busca Pedro senta-se às escadas do coreto e abaixa a cabeça. Alguns minutos depois sua prima, junto a duas amigas, passam em sua frente, mas nem o notam ali. Aquilo acabou com a noite dele. Na noite seguinte, após dezenas de tentativas falhadas de falar com ela durante o dia, Pedro vai à praça novamente. Logo quando chega ele avista sua prima conversando com uma pessoa. Pedro pensou muito bem se queria ir até lá ou esperar por uma chance mais oportuna. Então ele tomou uma decisão: ligar para ela, olhando para tal. Eis que ele disca seu número, observando atentamente, e nenhuma reação inesperada. Aquela foi a maior decepção que ele havia sofrido até então com a sua prima querida. E assim seguiu-se por todo o carnaval. E, no último dia ele decidiu chegar perto dela, porém ela o tratava como um “nada”.
Pedro ficou desesperado, não sabia o que fazer. Decepcionado, encurtou o tempo de sua viagem pela metade, pois ele achava que era muita decepção para tão pouco tempo. Então ele decidiu fazer um teste com a sua prima. Ele queria saber se ela realmente gostava dele. Logo ele tentou afastar-se dela por uns tempos, esperando alguma resposta dela, pois ele preferia a solidão a estar com alguém que o tratasse grosseiramente isolado com sua prima havia feito. Tudo que Pedro queria era que a pessoa que havia convidado ele para ir à cidade, o tratasse pelo menos com um pouco de respeito, pois aquilo o magoou demais, e assim continuará magoando enquanto ela não der valor a quem realmente a dá valor.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Nunca fui nada pra você!

Nunca fui nada para você!
acreditei tanto em tuas palavras
escondi seus defeitos
apenas para meu coração não vê-los.
Dentre beijos e abraços,
emoções e sentimentos,
paixões e loucuras,
após dizer centenas de vezes que me amava
nem uma vez sequer veio de seu coração...
Você nunca me amou!
Os mistérios que te rondavam,
os segredos que lhe tornavam mais forte
conseguiram acabar com a pouca esperança
que estava aos restos em meu coração.
Não consigo imaginar minha vida sem ti,
é como um mar sem águas,
algo impossivel de se manter.
Sinto-me sem ar,
sinto ainda uma dor esmagante no coração,
mas não posso deixar que a dor
seja maior que o meu desejo pela felicidade!

Denner Parreiras Aleixo

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Meu coração

Meu coração sangra por um desejo,
algo intocável, insassiavel,
e, quanto mais desejo isso,
mais me torno submisso à vontade.

Meu coração clama por uma chance,
grita desesperadamente
para que eu abra a minha mente
e volte a ser feliz.

Meu coração não respeita fronteiras,
vai alem, após às barreiras
procurar a felicidade, mas não encontra.

Meu coração sofre.
Sofre fazendo errado pelo certo.
Segue caminhos desconhecidos...
...predestinados ou intuitivos?
Uma dúvida incontestavel!

Meu coração sangra por um desejo,
o desejo de um Amor Sincero.

Denner Parreiras Aleixo

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Confusos Sentimentos Impróprios

                 Eu já não sei mais explicar o que sinto às vezes, pois meus sentimentos são muito instaveis. Eu não posso sequer ver um amigo ou uma amiga sofrendo que eu acabo sentindo o mesmo, e, mesmo sem perceber, é como se eu tomasse as dores da pessoa.
                 São sentimentos confusos e inertes que, além de me fazerem sofrer tal como a pessoa, me dão a capacidade de buscar um meio de tentar curar tamanha dor. Do explendor de um coração amoroso ao abismo de um coração vazio, eu me encaixo em cada situação, vivenciando a emoção de um dia poder ajudar a quem tanto me ajuda. 
                 Sendo assim, sempre desejo que todos os meus amigos estejam bem consigo mesmos, pois, mesmo que haja apenas um sofrendo, eu sempre lá estarei pronto para ajudar para o que der e vier.

Denner Parreiras Aleixo

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

O Amor (A Tese)


O Amor

Escrito por Denner Parreiras Aleixo

            O Amor é um dos sentimentos mais puros que mais revolucionaram e impulsionaram a literatura. Um sentimento repleto de mistérios, ocultando segredos sobre sua interpretação, deixa cada ser humano intrigado em busca de respostas para as perguntas mais simples e objetivas, baseadas em experiências e sensações proporcionadas por tal sentimento.
            Por séculos o Amor foi idealizado como “A Fonte da Vida”, como único motivo para os seres humanos começarem e manterem sua existência na terra. Após alguns anos e algumas modificações feitas por poetas e pensadores, o Amor passou a ser algo intocável, inatingível e inexplicável.
A mitologia grega deu um novo rumo para o entendimento do Amor. Destacado por Afrodite, a deusa do amor, da beleza e da procriação, era a descrição da mulher e toda sua beleza e perfeição fortemente unidas como uma forma viva do Amor.  Imperceptivelmente, os gregos já possuíam uma filosofia própria não muito discutida sobre o Amor, e, usando esta base, Platão marcou a história citando dois tipos de realidade: a inteligível e a sensível. A realidade inteligível criada por Platão é simplesmente aquela que jamais se altera, já a realidade sensível é aquela que afeta e pode se alterada por sentimentos ou tudo que o altera e pode alterar. Então, seguindo os conceitos da realidade sensível, Platão criou o “Amor Platônico”.
O “Amor Platônico” é, complexamente, um sentimento puro, onde o Amor se sobrepõe à vida, ou seja, a morte pelo Amor compensava qualquer dor ou sofrimento. Moldando uma nova percepção sobre o mesmo, seguindo as idéias platônicas, os poetas, desde a idade média à idade moderna, se empenharam em mostrar ao mundo os diversos pontos de vista em relação a sua teoria própria sobre o Amor. Seguindo por diversas contrariedades opinativas, o “Amor Impresso” atravessou épocas, lugares e muitas divergências literárias, para que hoje, já na Era Contemporânea, todos poderem tentar expressar o que sentem.
Por mais que todos tenham conhecimento que o Amor não pode ser decifrado, porém sentido, nos dias atuais as pessoas enfrentam verdadeiras batalhas psicológicas para descobrirem o que sentem e se isso é mesmo verdadeiro.
O Amor nada mais é que um sentimento de afeto assim como a paixão, porém há algumas diferenças e semelhanças que separa e distingue um do outro. A paixão é um sentimento atingido em cheio pela atração física e sexual, algo meramente sentimental, mas que exerce uma força relativamente forte, mas pode não ser pura e muito menos duradoura, dando sentido à simbologia popular de “fogo de palha”. Já o Amor é algo totalmente complexo, pois existe um tipo de sentimento para cada pessoa, mas em seu estágio máximo ele pode ser tão intenso quanto à paixão, só que é algo muito duradouro e sincero.
Uma curiosidade do “Amor Sincero” é que ele só existe quando é correspondido pela outra pessoa, não importando o tipo de pessoa e muito menos o tipo e a intensidade do sentimento, ou seja, ele tem que ser sentido por uma pessoa e, da mesma forma, sentido pela outra. Um exemplo dessa correspondência afetiva é um casal apaixonado, onde ambos sentem a mesma intensidade amorosa, ou até mesmo um casal de amigos inseparáveis, pois ali também há um amor amigo quase fraterno. Existem também pessoas que confundem, mesmo sabendo diferenciar, quando é amor de quando é paixão, como, por exemplo, um casal aparentemente apaixonado, porém somente a mulher sente algo intenso dentro dela, algo que diz que ela não poder perder o “Amor da sua vida” de jeito algum, mas, em compensação, o homem não sente o mesmo que a mulher, ou seja, não há amor, apenas uma atração e um desejo da mulher ou até mesmo uma paixão que vem só de sua parte.

Como pode algo ser tão sentido, porém jamais compreendido?
Como pode existir algo tão redundante e contraditório como esse sentimento?

Perguntas sem respostas é tudo que resta aos humanos em sua longa jornada de interpretação dos sentimentos. Um dia o ser humano será capaz de entender o Amor em seu mais puro estágio, mas não serão com meras palavras, desenhos ou canções, será uma interpretação formulada pelo controlador de todos os sentimentos e emoções que a todos move: o coração.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

domingo, 2 de janeiro de 2011

Começando 2011 Com o PÉ ESQUERDO! =(

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhwNRHsHEMKYeQ3ftnk4JcMx7nycxnb8dBH-dff5qnlnrwAhsH4SPy9w2C6UFXd3H7QufJ4btaEeag-eaEktZzre3TT3uEWrWyw52lHNr0ZAkdece1-4MkHyv6HZ3ZR4f1CAjTVtRkWHe8/s400/coracao_partido.jpg 
"Eu realmente não sei o que a vida me reserva. Se cada vez que eu apanho dela, eu ganhar algo bom em troca, eu estou feito. Não é possivel alguém ter tanto azar no amor como eu. E uma coisa é mais que FATO: cada poesia ou frase romântica desse blog, eu criei baseado no que eu ando passando, ou seja, nos meus sofrimentos. Eu amo escrevê-las, mas são as marcas sofridas que deixo registradas."

       "Ano passado, 2010, eu conheci uma linda garota. Seu nome é Maria Clara. Eu realmente me apaixonei por ela. Sabia que ela não era daquelas que são só para ficar, pois ela possuia algo especial dentro dela. Eu tentei prometer para mim mesmo que não me iludiria com ela, e que se ela não quizesse nada comigo, eu desistiria. Mais não foi bem assim. Ela havia me prometido um encontro. Eu fiquei animado como nunca, pois eu havia ouvido de sua boca que aquele seria o dia. Em certas horas eu cheguei a duvidar, e, só para confirmar, liguei para ela, e ela disse que ainda estava de pé. Esperando o tão sonhado dia, fui a uma loja de joias e comprei uma pulseira de ouro para a dar de aniversário. Depois ela viaja, some sem dar noticias, aumentando a minha anciedade. Logo na semana seguinte, quando chega de viagem, ela dá o veredito final: Disse que não queria ficar comigo e que o encontro foi como uma estratégia de fuga para não ter me magoado naquela hora. Então, desesperado pela última chance, eu tento dar a pulseira (mesmo parecendo que eu era interesseiro demais), um cinto, e uma história que contava tudo, desde a primeira vez que a ví, até o dia que eu chorei por ela [PROXIMO POST >>> A HISTÓRIA]. Mesmo com isso, ela nem sequer disse se gostou. E hoje, eu descobri que parece que, mesmo sem ter me visto uma vez sequer, a mãe dela não gosta de mim, e que a proibiu de me ver, e, além de tudo, me considerou como doido por eu ter escrito essa história (e aposto que essa 'maluquisse' minha, a espantou mais ainda). Eu desisti. pois a última pessoa que me animava... me deixou! Agora eu estou sentindo uma dor tão profunda. Um vazio sem vim. Um aperto no coração. Eu, mesmo contra meu coração, disse a ela que eu nunca mais irei lá para vê-la... nunca mais!"

"Essa é a minha vida:
apanhar por amar demais!"
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